Descrição
A fim de analisar comparativamente Monumento a Las Desaparecidas (2020) de Regina José Galindo e a série Los Desaparecidos (2017-2018) de Manuel Chavajay, o artigo tece relações entre a produção destes artistas, a decolonialidade e o contexto sócio-político da Guatemala, partindo dos desaparecimentos forçados durante a Guerra Civil (1960 a 1996). Galindo e Chavajay desafiam a lógica sexista e racista colonial em seus trabalhos, resgatando memórias coletivas ao materializar ausências.
Palavras-chave: Arte contemporânea. Regina José Galindo. Manuel Chavajay. Decolonialidade. Desaparecimentos forçados.