Descrição
This article seeks to promote an analysis of Blade (1998). The production reconfigures the classic imaginary of the vampire figure from villain to superhero, while also becomes a starting point for the current trend of filmic transpositions of comic books. This dual function will serve, above all, to demonstrate the film’s relevance in the contemporary Hollywood scene. The movie also dialogues with an important debate on racial issues and makes possible addressing this bias and demonstrating a deconstruction of a hegemonic imaginary of a white man (as a vampire and as a superhero) to a protagonist in the skin of a black man.||Este artículo busca promover un análisis de Blade (1998). La producción reconfigura el imaginario clásico de la figura del vampiro de villano a superhéroe, al mismo tiempo que se convierte en un punto de partida para la tendencia actual de transposiciones fílmicas de los cómics. Esta doble función servirá, sobre todo, para demostrar la relevancia de la película en el panorama hollywoodiense contemporáneo. La obra también dialoga con un importante debate sobre cuestiones raciales y permite abordar este sesgo y demostrar una deconstrucción de un imaginario hegemónico de un hombre blanco (como vampiro y como superhéroe) a un protagonista en la piel de un hombre negro.||O presente artigo busca promover uma análise de Blade (1998). A produção reconfigura o imaginário clássico da figura do vampiro de vilão para super-herói, ao mesmo tempo em que se torna ponto de partida para a tendência de transposições fílmicas de histórias em quadrinhos na atualidade. Essa dupla função servirá, sobretudo, para demonstrar a relevância do filme no cenário hollywoodiano contemporâneo. Nesse sentido, percebemos que a obra também dialoga com um importante debate sobre questões raciais e possibilita abordar esse viés e demonstrar uma desconstrução de um imaginário hegemônico de homem branco (como vampiro e como super-herói) para um protagonista na pele de um homem negro.