Descrição
Based on community artistic practices carried out in the countryside, this article aims to propose ways to promote decolonial processes in teacher training in visual arts. Activities and artworks by the Inço and Adentro collectives, and the Una Escuela Sustentable project, all of which propose the deconstruction of colonized notions of art, operating in a community manner and outside centers of power, are regarded here in terms of their contributions to teaching in visual arts. Such examples can expand conceptions of art beyond the notions established by the universal history of art, through collective and situated poetics. They also teach that sustainability in territories must consider the simultaneity between local appreciation and the criticism of colonial legacies.||A partir de práticas artísticas comunitárias realizadas em locais do interior, esse artigo busca pensar modos de promover processos decoloniais na formação docente em Artes Visuais. Ações e obras dos coletivos Inço e Adentro, além do projeto Una Escuela Sustentable, as quais deslocam noções colonizadas de arte, atuando de modo comunitário e fora de centros de poder, são pensadas quanto às suas contribuições para a docência em artes visuais. Tais exemplos podem expandir as concepções de arte para além das noções da história universal da arte, por meio de poéticas coletivas e situadas. Ensinam também que a sustentabilidade nos territórios deve considerar a simultaneidade entre a valorização local e a crítica das heranças coloniais.