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crysTao_timE_worKs: Clinical Psychedelia and Cinematic Imagery in Deleuze: PSICODELIA CLÍNICA E IMAGÉTICA CINEMATOGRÁFICA EM DELEUZE||crysTao_timE_worKs: Psicodelia Clínica e Imágenes Cinematográficas en Deleuze: PSICODELIA CLÍNICA E IMAGÉTICA CINEMATOGRÁFICA EM DELEUZE||O crysTao_timE_worKs: PSICODELIA CLÍNICA E IMAGÉTICA CINEMATOGRÁFICA EM DELEUZE
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Metadados
Descrição
Historically marginalized by medicine and psychology, non-ordinary states of consciousness (NOSC) have been revalued in the so-called "psychedelic renaissance," which regards them as legitimate modes of experience and sense-making. In this context, psychedelic imagery is understood as a sensitive event, a singular expression of a transforming subjectivity, which calls for open forms of listening and expression. The concept of time crystal, associated with the idea of an ontology of vibration, proposes a reality that is not static but rhythmic and processual, in which being manifests as flow and oscillation. Just as time crystals challenge Newtonian stability, psychedelics break the rigidity of brain connectivity, opening space for reconfigurations of the self and temporal experience. Cinema, in turn, emerges as a privileged technology for exploring the relationship between movement and time. The cinematic image — particularly Deleuze's crystal-image — does not represent reality, but instead sets it vibrating within its temporal multiplicity. There is, therefore, a convergence between cinema and psychedelia: both operate as time machines, disrupting ordinary perception and exposing the subject to an intensive and deterritorializing experience. In this way, the psychedelic image presents itself as an ontological expression of difference, inviting a philosophical listening attuned to its transmutative power. This article proposes an interdisciplinary reflection on the dimensions of mental imagery in clinical psychedelia, drawing together neuroscience, contemporary philosophy, and cinema.||Históricamente marginados por la medicina y la psicología, los estados no ordinarios de conciencia (NOCS) han sido revalorizados en el llamado “renacimiento psicodélico”, que los considera modos legítimos de experiencia y producción de significado. En este contexto, la imaginería psicodélica se entiende como un acontecimiento sensible, una expresión singular de subjetividad en transformación, que exige formas abiertas de escucha y expresión. El concepto de cristal del tiempo, asociado a la idea de una ontología de la vibración, propone una realidad no estática, sino rítmica y procesual, en la que el ser se produce como flujo y oscilación. Así como los cristales de tiempo desafían la estabilidad newtoniana, los psicodélicos alteran la rigidez de la conectividad cerebral, abriendo espacio para reconfiguraciones del yo y de la experiencia temporal. El cine, a su vez, surge como una tecnología privilegiada para pensar las relaciones entre movimiento y tiempo. La imagen cinematográfica, especialmente la imagen cristalina de Deleuze, no representa la realidad, sino que la hace vibrar en su multiplicidad temporal. Hay, por tanto, una convergencia entre cine y psicodelia: ambos funcionan como máquinas del tiempo, desorganizando la percepción ordinaria y exponiendo al sujeto a una experiencia intensiva y desterritorializante. Así, la imagen psicodélica se presenta como expresión ontológica de la diferencia para una escucha filosófica atenta a su poder transmutador. Este artículo propone una reflexión interdisciplinaria sobre las dimensiones de la imaginería mental en la psicodelia clínica, articulando la neurociencia, la filosofía contemporánea y el cine.||Historicamente marginalizados pela medicina e pela psicologia, os estados não ordinários de consciência (ENOC) vêm sendo revalorizados no chamado “renascimento psicodélico”, que os considera modos legítimos de experiência e de produção de sentido. Nesse contexto, a imagética psicodélica é compreendida como um acontecimento sensível, expressão singular da subjetividade em transformação, que exige formas abertas de escuta e expressão. O conceito de cristal de tempo, associado à ideia de uma ontologia da vibração, propõe uma realidade não estática, mas rítmica e processual, em que o ser se dá como fluxo e oscilação. Tal como os cristais de tempo desafiam a estabilidade newtoniana, os psicodélicos rompem com a rigidez da conectividade cerebral, abrindo espaço para reconfigurações do self e da experiência temporal. O cinema, por sua vez, surge como tecnologia privilegiada para pensar as relações entre movimento e tempo. A imagem cinematográfica, especialmente a imagem-cristal de Deleuze, não representa o real, mas o faz vibrar em sua multiplicidade temporal. Há, portanto, uma convergência entre cinema e psicodelia: ambos operam como máquinas de tempo, desorganizando a percepção ordinária e expondo o sujeito a uma experiência intensiva e desterritorializante. Assim, a imagem psicodélica apresenta-se como expressão ontológica da diferença para uma escuta filosófica atenta à sua potência transmutadora. Este artigo propõe uma reflexão interdisciplinar sobre as dimensões da imagem mental na psicodelia clínica, articulando neurociência, filosofia contemporânea e cinema.
Periódico
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
Gonçalves Campolina, Alessandro | Batista da Silva, Thiago
Data
2 de junho de 2025
Formato
Identificador
https://periodicos.unespar.edu.br/sensorium/article/view/10731 | 10.33871/sensorium.2025.12.10731
Idioma
Direitos autorais
Copyright (c) 2025 Art&Sensorium | http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
Fonte
International Interdisciplinary Journal of Visual Arts - Art&Sensorium; Vol. 12 No. 01 (2025): Art&Sensorium ; 1-12 | Art&Sensorium; v. 12 n. 01 (2025): Art&Sensorium ; 1-12 | Revista Internacional Interdisciplinaria de Artes Visuales - Art&Sensorium; Vol. 12 Núm. 01 (2025): Art&Sensorium ; 1-12 | 2358-0437
Assuntos
psicodelia | cristais de tempo | neurociência | cinema | Deleuze
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion