Descrição
Despite a surge in women attending universities since the 1990s, the number of female scientist’s plateaus as careers progress. This study explores the persistent cultural and institutional barriers that hinder gender equality in science, even in the absence of legal restrictions. By analyzing interviews with researchers at a major federal university in southeastern Brazil, we reveal the prevalence of invisible gender barriers that shape work dynamics and interpersonal relationships. These barriers manifest in both horizontal segregation (concentrating women in specific fields) and vertical segregation (limiting women's access to leadership positions).||Apesar do aumento de mulheres nas universidades desde a década de 1990, o crescimento do número de cientistas mulheres não acompanhou essa progressão. Este artigo explora as persistentes barreiras culturais e institucionais que dificultam a igualdade de gênero na ciência, mesmo na ausência de restrições legais. Analisando entrevistas com pesquisadoras de uma universidade federal do Sudeste do Brasil, verificamos a permanência de barreiras invisíveis que moldam as dinâmicas de trabalho e as relações interpessoais. Essas barreiras se manifestam tanto na segregação horizontal (concentração feminina em áreas específicas) quanto na segregação vertical (limitando o acesso a cargos de liderança).