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Essay on a tragedy: the extermination of the indigenous in Uruguay or about why we are a sad people||Ensayo sobre una tragedia: el exterminio de los indígenas en Uruguay o acerca del porqué somos un pueblo triste
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Metadados
Descrição
Este ensayo procura indagar las causas de los preocupantes índices de depresión y suicidios en el Uruguay. Cientistas sociales, con sus métodos positivistas, aún no han conseguido dar explicaciones a esta tragedia, mientras que poetas, literatos y artistas han quedado al margen de ofrecer respuestas sobre esta materia, como si no fuesen capaces de entender los abismos del alma humana. Estas páginas pretenden revelar que existen traumas colectivos, que la memoria es un fenómeno social arraigado en la vida de una comunidad. El proceso de exterminio de los indígenas en el Uruguay, en especial del pueblo charrúa, ha quedado silenciado bajo narrativas hegemónicas y colonialistas de la historia oficial que insisten en construir una identidad nacional de país blanco y sin indígenas. A partir de un análisis del concepto de historia en Walter Benjamin es posible afirmar que la sociedad carga con sus traumas en cuanto no encuentre el camino histórico de compensar sus víctimas. Este ensayo pretende indagar esa percepción distópica de desesperanza y constituir en sí mismo un lugar de memoria, cuya lectura contribuya, de forma tal vez misteriosa, a la redención de los oprimidos y pacificación de un pueblo.
||Este ensaio procura investigar as causas dos preocupantes índices de depressão e suicídio no Uruguai. Os cientistas sociais, com seus métodos positivistas, ainda não conseguiram explicar essa tragédia, enquanto poetas, escritores e artistas foram deixados à margem de oferecer respostas sobre essa matéria, como se não fossem capazes de entender os abismos da alma humana. Estas páginas pretendem revelar que existem traumas coletivos, que a memória é um fenômeno social enraizado na vida de uma comunidade. O processo de extermínio dos povos indígenas no Uruguai, especialmente do povo charrua, foi silenciado sob narrativas hegemônicas e colonialistas da história oficial que insistem em construir uma identidade nacional de país branco e sem indígenas. A partir de uma análise do conceito de história em Walter Benjamin, é possível afirmar que a sociedade carrega consigo seus traumas na medida em que não encontra o caminho histórico de compensar suas vítimas. Este ensaio pretende indagar essa percepção distópica de desesperança e constituir, por si só, um lugar de memória, cuja leitura contribua, de forma talvez misteriosa, à redenção dos oprimidos e à pacificação de um povo.
Periódico
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
Sebasti, Sabina
Data
3 de dezembro de 2024
Formato
Identificador
https://periodicos.ufsc.br/index.php/Outra/article/view/98659 | 10.5007/2176-8552.2024.e98659
Idioma
Direitos autorais
Copyright (c) 2024 outra travessia
Fonte
outra travessia; v. 1 n. 37 (2024): Tecendo futuros. Utopias e distopias contra/coloniais; 212-234 | 2176-8552 | 1807-5002
Assuntos
exterminio indígena | memoria colectiva | suicidio | colonialismo | exterminio indígena | memoria colectiva | suicidio | colonialismo | extermínio indígena | memória coletiva | suicídio | colonialismo | extermínio indígena | memória coletiva | suicídio | colonialismo
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion