-
Etnografía online y la memoria viva del candomblé en las redes sociales||Etnografia online e a memória viva do candomblé nas redes sociais
- Voltar
Metadados
Descrição
Este artículo propone una reflexión acerca del uso de las redes sociales como espacio de memoria de una comunidad afroreligiosa en la ciudad de Fortaleza, Ceará, Brazil. La investigación sobre el perfil de esta casa de candomblé en el Instagram, com su material fotográfico, nos ha llevado a analizar la función e importancia de las tecnologías digitales en la producción de una narrativa que agrega estrategicamente la voluntad de trabajar la visibilidad de la casa de candomblé y la tentativa de apropiación de un pasado turbulento, en función del asesinato de su fundadora. Las imágenes publicadas representando el pasado y presente de esta colectividad, refuerzan los lazos de una comunidad que, más allá de ser religiosa, también se construye como una “comunidad emocional”. Examinando el compartir de esta externalización de la memoria colectiva, viva y reinventada a través de la tecnología digital, analizamos también cómo la necesidad de desarrollar una metodología de etnografía online emerge del proprio campo de investigación, revelando los juegos de la reflexividad en un equipo de trabajo compuesto por investigadores y colaboradores que también mantienen vínculos institucionales y rituales con la comunidad afroreligosa investigada.||Este artigo propõe uma reflexão sobre o uso das redes sociais como espaço de memória de uma casa de candomblé da cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. O estudo do perfil da casa no Instagram com seu material fotográfico nos leva a analisar o papel da tecnologia digital na produção de uma narrativa que combina estrategicamente uma vontade de trabalhar a visibilidade da casa e de se apropriar de um passado tumultuado pelo assassinato da fundadora. As imagens, criteriosamente selecionadas e postadas, representando o passado e o presente, reforçam os laços de uma comunidade que além de ser religiosa se constrói como uma “comunidade emocional”. Examinando a externalização dessa memória viva reinventada por meio da tecnologia digital, analisamos também como a necessidade de desenvolver uma metodologia de etnografia online pode emergir do próprio campo e revelar os jogos de reflexividade numa equipe de pesquisa composta por pesquisadores e colaboradores afiliados ao terreiro.
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
Gosselin, Anne-Sophie
Data
27 de dezembro de 2024
Formato
Identificador
https://periodicos.ufrn.br/equatorial/article/view/35012 | 10.21680/2446-5674.2024v11n21ID35012
Idioma
Direitos autorais
Copyright (c) 2024 Anne-Sophie Gosselin | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0
Fonte
Equatorial – Revista do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social; Vol. 11 No. 21 (2024): Dossiê: Antropologia, Cinema e Novas Tecnologias; 1-26 | Equatorial – Revista do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social; Vol. 11 Núm. 21 (2024): Dossiê: Antropologia, Cinema e Novas Tecnologias; 1-26 | Equatorial – Revista do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social; v. 11 n. 21 (2024): Dossiê: Antropologia, Cinema e Novas Tecnologias; 1-26 | 2446-5674 | 10.21680/2446-5674.2024v11n21
Assuntos
Etnografia online | Memória | Redes sociais | Candomblé | Etnografia online | Memória viva | Redes sociais | candomblé | Etnografía online | Memoria | Redes sociales | Candomblé | Etnografia online | Memoria viva | redes sociales | candomblé | Ethnographie Online | Mémoire vivante | Réseaux sociaux | candomblé
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | texto | Texte | Texto