Descrição
O presente artigo objetiva discutir, a partir do filme Frankenstein, elementos como: a representação da monstruosidade no imaginário popular; os embates e dilemas da construção do conhecimento; os limites éticos para tais; bem como a relação entre religião e ciência. Para tanto, optamos pela adaptação cinematográfica dirigida por Kenneth Branagh em 1994. Nos valemos ainda da versão impressa de autoria de Mary Shelley para apontar semelhanças e diferenças entre as questões do texto e da narrativa fílmica.