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From the rise and fall of radio comics to the revival of audio comics in the digital context: a historical perspective||Da ascensão e queda dos radioquadrinhos à retomada dos quadrinhos em áudio no contexto digital: uma perspectiva histórica
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Metadados
Descrição
The article analyzes the historical trajectory of audio comics, from the radio comics of the 1920s to the 1950s to the contemporary digital audio comics. It begins by examining how comic strips were adapted for radio, creating dramatized listening experiences with strong emotional and commercial appeal. The decline of the format is attributed to the rise of television, the editorial autonomy of printed comics, and post-war moral pressures. In the 21st century, with the popularization of podcasts and digital platforms, we observe the resurgence of exclusively audio narratives inspired by comics, now detached from the traditional logic of broadcasting. Based on this context, the study proposes an initial typology of audio comics, divided into three categories: direct adaptations of comic books, dramatized novelizations, and original audio creations. Finally, the article discusses whether audio comics will establish themselves as a mass narrative form, as in the past, or remain confined to a niche within the ecosystem of cyberculture. Drawing on the Long Tail theory (Anderson, 2006), we suggest that the sustainability of the format depends on the convergence of aesthetic innovation, platform accessibility, and audience engagement.||O artigo analisa a trajetória histórica dos quadrinhos sonoros, desde os radioquadrinhos das décadas de 1920 a 1950 até os contemporâneos audioquadrinhos digitais. Inicialmente, investigamos como as tiras cômicas foram adaptadas para o rádio, constituindo experiências de escuta dramatizada com forte apelo afetivo e comercial. O declínio do formato é atribuído à ascensão da televisão, à autonomia editorial dos quadrinhos impressos e às pressões morais do pós-guerra. No século XXI, com a popularização dos podcasts e das plataformas digitais, observamos o ressurgimento de narrativas exclusivamente sonoras inspiradas nos quadrinhos, agora desvinculadas da lógica tradicional da radiodifusão. A partir desta contextualização, o estudo propõe uma tipologia inicial dos audioquadrinhos, dividindo-os em três categorias: adaptações diretas de quadrinhos, novelizações dramatizadas e criações sonoras originais. Por fim, discutimos se os audioquadrinhos se consolidarão como linguagem narrativa de massa, como no passado, ou se permanecerão restritos a um nicho no ecossistema da cibercultura. Com base na teoria da Cauda Longa (Anderson, 2006), sugerimos que a sustentabilidade do formato depende da convergência entre inovação estética, acesso às plataformas e engajamento de público.
Periódico
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
Garcia, Jaimeson Machado | Lindemann, Cristiane
Data
5 de novembro de 2025
Formato
Identificador
https://revistas.unisinos.br/index.php/fronteiras/article/view/28406 | 10.4013/fem.2025.271.08
Idioma
Editor
Direitos autorais
Copyright (c) 2025 Fronteiras - estudos midiáticos
Fonte
Fronteiras - estudos midiáticos; v. 27 n. 1 (2025): Dossiê - Quadrinhos, Super-Heróis e Cultura Digital; 80-92 | 1984-8226
Assuntos
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion