Descrição
In this article, a chapter translated from a book by French philosopher and eco-feminist activist Myriam Bahaffou, the author explores a detailed and sensitive account of a hair removal session to address the questions and ambivalences associated with the beauty injunctions imposed by patriarchy. A dialogue between feminist, anti-racist and decolonial perspectives brings to light the power of cosmetic spaces and practices, in which the intertwining of femininity and feminism can be glimpsed, when the waxing booth is shown to be an “experimental laboratory for post-colonial dialogue” of racialized bodies and women’s stories.||En este artículo, un capítulo traducido de un libro de la filósofa francesa y activista ecofeminista Myriam Bahaffou, la autora explora un relato detallado y sensible de una sesión de depilación con cera para abordar las preguntas y ambivalencias asociadas a los mandatos de belleza impuestos por el patriarcado. Un diálogo entre perspectivas feministas, antirracistas y decoloniales saca a la luz el poder de los espacios y prácticas cosméticos, en los que puede vislumbrarse el entrelazamiento de feminidad y feminismo, cuando la cabina de depilación se muestra como un “laboratorio experimental para el diálogo poscolonial” de cuerpos racializados e historias de mujeres.||Neste artigo, capítulo traduzido de um livro da filósofa e ativista ecofeminista francesa Myriam Bahaffou, a autora explora um relato minucioso e sensível de uma sessão de depilação para pautar as interrogações e as ambivalências associadas às injunções de beleza impostas pelo patriarcado. Um diálogo entre as perspectivas feministas, antirracistas e decoloniais traz à tona a potência dos espaços e práticas da cosmética, nos quais se vislumbra o entrelaçamento da feminilidade e do feminismo, quando a cabine de depilação se mostra como “laboratório experimental de diálogo pós-colonial” de corpos racializados e histórias de mulheres.