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Mystical experience and hallucination in the work of Joseph Beuys||Experiencia mística y alucinación en la obra de Joseph Beuysundo||EXPERIÊNCIA MÍSTICA E ALUCINAÇÃO NA OBRA DE JOSEPH BEUYS
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Metadados
Descrição
This essay aims to present mystical and dissident aspects of the subjectivity of the artist Joseph Beuys, as well as the influence of these aspects on his work. Alongside the description of actions such as the Siberian Symphony and The Chief, the article will examine the relationship between Beuys's expressions and Rudolf Steiner's anthroposophy, Jakob Böhme's theology, and Emanuel Swedenborg's mystical experiences. Beuys's first actions emerged linked to the anti-art and counterculture demonstrations of the Fluxus group, but from the beginning, they were strongly different from these, both due to the artist's own conceptions of anti-art and counterculture, and due to his inspiration in key personal experiences and mystical theories. After describing Beuys's actions, the artist's relationship with the theory of the threefold division of the social organism and Steiner's collateral meditative exercises will be analyzed. Next, we observe the correspondence between Beuys' ecological thought and the concept of nature in German Romanticism and in Böhme's theology. A comparative analysis between the mystical experiences of Beuys and Swedenborg concludes this study. This will enable us to understand Beuys' confrontations with scientific rationalism and cultural materialism, as well as the possible psychoanalytic hypotheses of his mysticism. The image of the artist's personality, articulated with his mystical conceptions, his psychic hallucinations and his artistic expression, shows, in this case, a mode of relationship between dissident subjectivity and counterculture in the field of art history in the second half of the 20th century.||Este ensayo pretende presentar aspectos místicos y disidentes de la subjetividad del artista Joseph Beuys, así como la influencia de estos aspectos en su obra. Junto a la descripción de acciones como la Sinfonía Siberiana y El Jefe, observaremos la relación entre las expresiones de Beuys y la antroposofía de Rudolf Steiner, la teología de Jakob Böhme y las experiencias místicas de Emanuel Swedenborg. Las primeras acciones de Beuys surgieron vinculadas a las manifestaciones antiarte y contraculturales del grupo Fluxus, pero desde el principio se diferenciaron fuertemente de éstas, tanto por las propias concepciones del artista sobre el antiarte y la contracultura, como por su inspiración en experiencias personales clave y teorías místicas. Después de describir las acciones de Beuys, analizaremos la relación del artista con la teoría de la triarticulación del organismo social y los ejercicios meditativos colaterales de Steiner. A continuación, observamos la correspondencia entre el pensamiento ecológico de Beuys y el concepto de naturaleza en el Romanticismo alemán y la teología de Böhme. Un análisis comparativo entre las experiencias místicas de Beuys y Swedenborg concluye este estudio. Esto nos permitirá comprender las confrontaciones de Beuys con el racionalismo científico y el materialismo cultural, así como las posibles hipótesis psicoanalíticas de su misticismo. La imagen de la personalidad del artista, articulada con sus concepciones místicas, sus alucinaciones psíquicas y su expresión artística, muestra, en este caso, un modo de relación entre la subjetividad disidente y la contracultura en el campo de la historia del arte en la segunda mitad del siglo XX.||O presente ensaio visa apresentar aspectos místicos e dissidentes da subjetividade do artista Joseph Beuys, bem como a influência desses aspectos em sua obra. Ao lado da descrição de ações como a Sinfonia Siberiana e O Chefe, se observará a relação das expressões de Beuys com a antroposofia de Rudolf Steiner, a teologia de Jakob Böhme e as experiências místicas de Emanuel Swedenborg. As primeiras ações de Beuys surgem ligadas às manifestações antiarte e de contracultura do grupo Fluxus, mas desde o início, se diferenciam fortemente destas, tanto pelas próprias concepções do artista acerca da antiarte e da contracultura, quanto pela sua inspiração em experiências-chave pessoais e teorias místicas. Após a descrição das ações de Beuys se procede a análise da relação do artista com a teoria da trimembração do organismo social e os exercícios meditativos colaterais de Steiner. Em seguida, se observa a correspondência do pensamento ecológico de Beuys com o conceito de natureza no romantismo alemão e na teologia de Böhme. Uma análise comparativa entre as experiências místicas de Beuys e Swedenborg conclui esse estudo. Assim se poderá compreender as confrontações de Beuys com o racionalismo científico e o materialismo cultural, bem como as possíveis hipóteses psicanalíticas de seu misticismo. A imagem da personalidade do artista, articulada às suas concepções místicas, às suas alucinações psíquicas e à sua expressão artística mostra, nesse caso, um modo da relação entre subjetividade dissidente e contracultura no campo da história da arte da segunda metade do século XX.
Periódico
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
da Silva Paiva, Rodrigo Otávio
Data
26 de junho de 2025
Formato
Identificador
https://periodicos.unespar.edu.br/sensorium/article/view/10761 | 10.33871/sensorium.2025.12.10761
Idioma
Direitos autorais
Copyright (c) 2025 Art&Sensorium | http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
Fonte
International Interdisciplinary Journal of Visual Arts - Art&Sensorium; Vol. 12 No. 01 (2025): Art&Sensorium ; 1-22 | Art&Sensorium; v. 12 n. 01 (2025): Art&Sensorium ; 1-22 | Revista Internacional Interdisciplinaria de Artes Visuales - Art&Sensorium; Vol. 12 Núm. 01 (2025): Art&Sensorium ; 1-22 | 2358-0437
Assuntos
Contracultura | Natureza | Mística | Alucinação | Racionalismo
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion