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NARRATIVAS IORUBÁS NA ESCOLA: PROBLEMATIZANDO A NOÇÃO DE PROGRESSO EM UMA ATIVIDADE SOBRE A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL||YORUBA NARRATIVES IN SCHOOL: PROBLEMATIZING THE NOTION OF PROGRESS IN AN ACTIVITY ON THE INDUSTRIAL REVOLUTION||NARRATIVAS YORUBAS EN LA ESCUELA: PROBLEMATIZANDO LA NOCIÓN DE PROGRESO EN UNA ACTIVIDAD SOBRE LA REVOLUCIÓN INDUSTRIA
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Metadados
Descrição
In this article, we present an excerpt from a larger research project aimed at integrating Yoruba narratives into the curriculum across various school subjects at a municipal school in Rio de Janeiro. By establishing a dialogue between teaching practices and the concepts of decoloniality as articulated by Catherine Walsh, and the Pedagogy of Crossroads by Luiz Rufino, we seek to foster intersections between school traditions and the appreciation of cultural diversity, particularly attentive to what Azoilda Trindade has presented as Afro-Brazilian civilizational values. Specifically in this article, we describe one of the proposed teaching practices, which involves a dialogical approach between the Itã narrative recounting the origins of the rivers of Obá and Oxum, female Orishas associated with waters, and the curricular content on the Industrial Revolution, suggesting a historical analysis of its consequences and issues related to Natural Sciences. We aim to strengthen the hypothesis that Yoruba cultural narratives support a decolonial pedagogy and an education committed to ethnic-racial relations, advocating for the inclusion of ancestral knowledge as a counterpoint to the Eurocentric view of progress. This emphasizes the existence of alternative perspectives on understanding the world beyond coloniality.||En este artículo, presentamos un recorte de una investigación más amplia cuyo objetivo es integrar el uso de narrativas yorubas en el currículo de diferentes disciplinas escolares en una escuela de la red municipal de Río de Janeiro. Estableciendo un diálogo entre las prácticas docentes y los conceptos de colonialidad en Catherine Walsh y la “Pedagogía de Encrucijadas” de Luiz Rufino, buscamos colaborar en posibles intersecciones entre las tradiciones escolares y la valoración de la diversidad cultural, prestando atención a lo que Azoilda Trindade presentó como valores civilizatorios afrobrasileños. En este artículo, específicamente, describiremos una de las prácticas docentes propuestas, que parte de un enfoque dialógico entre el Itã, que narra el origen de los ríos de Obá y de Oxum, orixás femeninas relacionadas con las aguas, con el contenido curricular de la Revolución Industrial, sugiriendo un análisis histórico de sus consecuencias y cuestiones relacionadas con las Ciencias Naturales. Esperamos reforzar la hipótesis de que las narrativas de la cultura yoruba corroboran una pedagogía decolonial y una educación comprometida con las relaciones étnico-raciales, defendiendo el enfoque de saberes ancestrales como contrapunto a la visión eurocéntrica del progreso, destacando la existencia de otras perspectivas para entender el mundo, más allá de la colonialidad.||No presente artigo, apresentamos o recorte de uma pesquisa maior, cujo objetivo é inserir o uso de narrativas iorubás no currículo de diferentes disciplinas escolares, em uma escola da rede municipal do Rio de Janeiro. Estabelecendo um diálogo entre as práticas docentes e os conceitos de decolonialidade, de Catherine Walsh, e da Pedagogia das Encruzilhadas, de Luiz Rufino, buscamos colaborar para intersecções possíveis entre as tradições escolares e a valorização da diversidade cultural, de forma atenta ao que Azoilda Trindade apresentou como valores civilizatórios afro-brasileiros. Neste artigo, especificamente, descreveremos uma das práticas docentes propostas, que parte de uma abordagem dialógica entre o Itã, que narra a origem dos rios de Obá e de Oxum, Orixás femininas relacionadas às águas, com o conteúdo curricular Revolução Industrial, sugerindo uma análise histórica das suas consequências e das questões ligadas às Ciências da Natureza. Esperamos reforçar a hipótese de que as narrativas da cultura iorubá corroboram para uma pedagogia decolonial e para uma educação comprometida com as relações étnico-raciais, defendendo a abordagem dos saberes ancestrais como um contraponto à visão eurocêntrica do significado de progresso, ressaltando a existência de perspectivas outras de entendimento do mundo, que não apenas a da colonialidade.
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
Moreira, Daniele | Lima Vilela, Carolina
Data
16 de dezembro de 2024
Formato
Identificador
https://www.e-publicacoes.uerj.br/e-mosaicos/article/view/84342 | 10.12957/e-mosaicos.2024.84342
Idioma
Direitos autorais
Copyright (c) 2024 Daniele Moreira, DANIELE
Fonte
e-Mosaicos; v. 13 n. 32 (2024): e-Mosaicos | 2316-9303
Assuntos
Decolonialidad | relaciones étnico-raciales | Yaba | industrialización | Decoloniality | ethnic-racial relations | Yaba | industrialization | Decolonialidade | relações étnico-raciais | iabás | industrialização
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion