Descrição
Resumo: Este artigo reflete sobre a produção artística de Antônio Augusto Bueno a partir das exposições: Toda memória flerta com o infinito, realizada na Galeria Mamute (RS) em 2021 e Ocupação em 2022 no Museu de Arte Contemporânea do RS (MAC-RS). A partir de referências do hermetismo, Gaston Bachelard e Vitor Ramil, problematiza a relação entre produção, lugar e matéria, amalgamada ao processo de desenvolvimento dos trabalhos. Considera a herança artística e poética do qual Antônio Augusto Bueno toma parte a partir da segunda metade do século XX e primeiras décadas do século XXI no Rio Grande do Sul. Este texto lança mão de uma escrita ensaística.
Palavras-chave: Antônio Augusto Bueno. Imaginação material. Poética.