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RE-SIGNIFYING COLONIAL HABITATION: VISUAL AND WRITTEN NARRATIVES OF THE RESIDENTS OF THE QUILOMBOLA COMMUNITY OF ILHOTINHA, SC: NARRATIVA VISUAL E ESCRITA DE MORADORAS DA COMUNIDADE QUILOMBOLA ILHOTINHA, SC||RESIGNIFICANDO EL HABITAR COLONIAL: NARRATIVA VISUAL Y ESCRITA DE LOS MORADORES DE LA COMUNIDAD QUILOMBOLA ILHOTINHA, SC: NARRATIVA VISUAL E ESCRITA DE MORADORAS DA COMUNIDADE QUILOMBOLA ILHOTINHA, SC||RESSIGNIFICANDO O HABITAR COLONIAL: NARRATIVA VISUAL E ESCRITA DE MORADORAS DA COMUNIDADE QUILOMBOLA ILHOTINHA, SC
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Metadados
Descrição
This article aims to analyze how photographic and textual representations produced by residents of a quilombola community act as discursive practices that challenge hegemonic narratives about the landscape and quilombola territories while constructing a space for knowledge production. Through these representations, the study seeks to understand how the community redefines its territory and identity, reaffirming itself as a producer of knowledge and resisting historical erasure. The study proposes a new interpretation of the landscape, reflecting the experiences and memories lived by the residents. The research adopts photoethnography (Achutti, 1997) and escrevivência (Evaristo, 2020) as methodological approaches, considering images and texts as records of the community’s memories, experiences, and knowledge. The focus is on the images and their captions, which serve as discursive practices that question dominant narratives about the city and quilombola territories, highlighting a process of cultural resistance and problematizing the dynamics of colonial habitation (Ferdinand, 2022). According to Agier (2015), this process exemplifies city-making, in which residents transform urban space into a territory of struggle, memory, and belonging.||Este artículo tiene como objetivo analizar cómo las representaciones fotográficas y textuales, producidas por habitantes de una comunidad quilombola, actúan como prácticas discursivas que desafían las narrativas hegemónicas sobre el paisaje y los territorios quilombolas, mientras construyen un espacio de producción de conocimiento. A partir de estas representaciones, se busca entender cómo la comunidad resignifica su territorio e identidad, reafirmándose como productora de saberes y resistiendo al borrado histórico. El estudio propone una nueva interpretación del paisaje, que refleja las experiencias y memorias vividas por los habitantes. La investigación adopta la fotoetnografía (Achutti, 1997) y la escrevivência (Evaristo, 2020) como enfoques metodológicos, considerando las imágenes y textos como registros de las memorias, vivencias y saberes de la comunidad. El enfoque está en las imágenes y sus leyendas, que se configuran como prácticas discursivas que cuestionan las narrativas dominantes sobre la ciudad y los territorios quilombolas, evidenciando un proceso de resistencia cultural y problematizando las dinámicas del habitar colonial (Ferdinand, 2022). Según Agier (2015), este proceso ejemplifica el hacer-ciudad, en el que los habitantes transforman el espacio urbano en un territorio de lucha, memoria y pertenencia.
||Este artigo tem como objetivo analisar como as representações fotográficas e textuais, produzidas por moradores de uma comunidade quilombola, atuam como práticas discursivas que desafiam as narrativas hegemônicas sobre a paisagem e os territórios quilombolas, enquanto constroem um espaço de produção de conhecimento. A partir dessas representações, busca-se entender como a comunidade ressignifica seu território e identidade, reafirmando-se como produtora de saberes e resistindo ao apagamento histórico. O estudo propõe uma nova interpretação da paisagem, que reflete as experiências e memórias vividas pelos moradores. A pesquisa adota a fotoetnografia (Achutti, 1997) e a escrevivência (Evaristo, 2020) como abordagens metodológicas, considerando as imagens e textos como registros das memórias, vivências e saberes da comunidade. O foco está nas imagens e suas legendas, que se configuram como práticas discursivas que questionam as narrativas dominantes sobre a cidade e os territórios quilombolas, evidenciando um processo de resistência cultural e problematizando as dinâmicas do habitar colonial (Ferdinand, 2022). Para Agier (2015), esse processo exemplifica o fazer-cidade, em que moradores transformam o espaço urbano em território de luta, memória e pertencimento.
Periódico
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
Silva Candido, Tainá | Kraieski de Assunção, Viviane
Data
6 de outubro de 2025
Formato
Identificador
http://seer.fundarte.rs.gov.br/index.php/RevistadaFundarte/article/view/1689 | 10.19179/rdf.v66i66.1689
Idioma
Editor
Direitos autorais
Copyright (c) 2025 Tainá Silva Candido, Viviane Kraieski de Assunção | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
Fonte
Revista da FUNDARTE; v. 66 n. 66 (2025): Dossiê Linguagens Urbanas: olhares e diálogos nos territórios das cidades; e1689 | 2319-0868 | 1519-6569 | 10.19179/rdf.v66i66
Assuntos
Fazer-cidade; Antropologia das margens; Resistências. | City-making; Anthropology of the margins; Resistances
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | Artigo avaliado pelos pares