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Soy Perséfone Pérez, la errabunda mártir… Soy Perséfone Pérez, la errabunda mártir… estética diaspórica y adherencia en Magali Alabau.a en Magali Alabau.: Estética diaspórica y adherencia en Magali Alabau.||SOY PERSÉFONE PÉREZ, LA ERRABUNDA MÁRTIR… ESTÉTICA DIASPÓRICA Y ADHERENCIA EN MAGALI ALABAU: Estética diaspórica y adherencia en Magali Alabau.
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Metadados
Descrição
This paper studies the poetry book Hemos llegado a Ilión by the Cuban, diasporic poet Magali Alabau (1945). The book recreates a trip back to Cuba after more than twenty years living in the USA. Spatial overlays, enunciation’s plurality, and the radical absence of events’ linearity make us to approach to this book since the perspective of an errant poetics in which predominates interstitial dynamics. Detours, ruptures, resignifications dialogue, simultaneously, with de notion of diasporic esthetic (Stuart Hall, 2003) and with the notion of radicant (Bourriaud, 2009). The poetic voice that Alabau projects, after sniffs historical universe pages ang Greek mythology, self-declares Persephone Pérez. Dressed as a simple mortal person, Persephone wanders from the space- island to the space-world entering and going out abruptly in which she adheres plastically to symbols, events, and self and others’ memories. This volatile and adherence inscribed in a frenetic and entropic time talks about the instability and diasporic subjects’ decentration. This fact destabilizes the subject category and the notion of semionauta, proposed by Bourriaud (2009) to talk about collecting symbols while moving. Our goal is to think this voice from diaspora as an entity that instead of collecting symbols, join temporarily everything it finds, besides its memories and subjectivity. Consequently, it is not something that is subjected to someone or someone who picks up sings; it is someone loose, that as and adjecto, changes its ways of being in the world according to the color or aroma that surround it.||Este artículo analiza el poema-libro Hemos llegado a Ilión de la escritora cubana de la diáspora Magali Alabau (1945). El libro tematiza un viaje de vuelta a Cuba, después de más de veinte años de vida en los EE. UU. Las sobreposiciones espaciales, la pluralidad de la enunciación y la ausencia radical de linealidad de los acontecimientos recreados nos llevan a pensar esta obra desde la perspectiva de una poética errante en que predominan las dinámicas intersticiales. Desvíos, rupturas y resignificaciones que, por un lado, conversan con la noción de estética diaspórica (Stuart Hall, 2003) y, por otro, dialogan con la noción de radicante (Nicolás Bourriaud, 2009). La voz poética que Alabau proyecta, después de husmear entre las páginas de la historia universal y la mitología griega, se auto declara Perséfone Pérez. Investida, entonces, de simple mortal, Perséfone deambula del espacio-isla al espacio-mundo en entradas y salidas abruptas en que se va adhiriendo plásticamente a símbolos, sucesos, recuerdos de sí y de los otros. Esta adherencia volátil, inscrita en un tiempo frenético y entrópico habla de la inestabilidad y el descentramiento de los sujetos diaspóricos; lo que estremece la categoría de sujeto y la noción de semionauta, propuesta por Bourriaud (2009) para hablar de recolección de signos en movimiento. Nuestro objetivo es pensar esa voz de la diáspora como un ente que más que recolectar signos, se une temporalmente a todo lo que viene al encuentro, además de a sus memorias y subjetividades. Consecuentemente, lejos de ser un alguien sujeto o un alguien que recoge, se trata de un alguien suelto que, como un adjeto, cambia su estar en el mundo según el color o el aroma que lo rodean.||Este trabalho analisa o livro de poesia Hemos llegado a Ilión da escritora cubana da diáspora Magali Alabau (1945). O poema tematiza uma viagem de volta a Cuba, depois de mais de vinte anos vivendo nos EU. As sobreposições espaciais, a pluralidade da enunciação e a ausência radical de linearidade dos acontecimentos recriados nos levam a pensar a obra a partir da perspectiva de uma poética errante em que predominam as dinâmicas intersticiais. Desvios, rupturas e ressignificações que conversam, simultaneamente, com a noção de estética diaspórica (Stuart Hall, 2003) e com a noção de radicante (Nicolás Bourriaud, 2009). A voz poética que Alabau projeta depois de fuçar nas páginas da história universal e da mitologia grega, se autodeclara Perséfone Pérez. Investida, então, de simples mortal, Perséfone deambula do espaço-ilha para o espaço-mundo em entradas e saídas abruptas nas que se vai aderindo plasticamente a símbolos, eventos, lembranças de si e dos outros. Essa aderência volátil, inscrita num tempo frenético e entrópico fala da instabilidade e descentramento dos sujeitos diaspóricos; o que estremece a categoria de sujeito e a noção de semionauta, proposta por Bourriaud (2009) para falar de colheita de signos em movimento. Nosso objetivo é pensar essa voz diaspórica como um ente que mais do que colher signos, se une temporariamente a tudo o vem ao encontro, além das suas memórias e subjetividades. Consequentemente, longe de ser um alguém sujeito ou um alguém que colhe, trata-se de um alguém solto que, como um adjeto, muda seu estar no mundo segundo a cor ou o aroma que o rodeia.
Periódico
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
Fernandez Pedroso, Magalys
Data
2 de dezembro de 2024
Formato
Identificador
http://seer.fundarte.rs.gov.br/index.php/RevistadaFundarte/article/view/1491 | 10.19179/rdf.v62i62.1491
Idioma
Editor
Direitos autorais
Copyright (c) 2024 Magalys Fernandez Pedroso | https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
Fonte
Revista da FUNDARTE; v. 62 n. 62 (24): Linguagem, Percepções e Histórias: Conhecimentos que nos atravessam.; e1491 | 2319-0868 | 1519-6569 | 10.19179/rdf.v62i62
Assuntos
estética diaspórica | radicante | adjeto
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion