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THE EXCESS FLESH: THE GROTESQUE AS A HETEROLOGICAL OPERATION IN SIBYLLE RUPPERT’S WORK||LA CARNE QUE SOBRA: LO GROTESCO COMO OPERACIÓN HETEROLÓGICA EN LA OBRA DE SIBYLLE RUPPERT||A CARNE QUE SOBRA: O GROTESCO COMO OPERAÇÃO HETEROLÓGICA NA OBRA DE SIBYLLE RUPPERT
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Metadados
Descrição
This article investigates the work of German artist Sibylle Ruppert, highlighting it as a manifestation of the grotesque that defies and transcends traditional artistic classifications through the obscene, violence, and the absurd. Drawing a distinction from H. R. Giger's biomechanics, this study proposes that the grotesque in Sibylle Ruppert's work is not limited to the fusion of the organic and the mechanical, but rather operates as a process of destabilization aligned with Georges Bataille's heterology. The analysis articulates the grotesque with the concepts of the informe (formless) and heterology, aiming to demonstrate how the artist dissolves bodily boundaries to expose an obscene and irreducible materiality, approached here as "excess flesh" (carne-em-excesso). Through an analysis of her drawings, especially the series for the Marquis de Sade and Lautréamont, and by comparing them with the logic of Hans Bellmer's “anagrammatic body”, the article examines how Sibylle Ruppert uses fragmentation, montage, and metamorphosis to create a universe where no synthesis is possible. It concludes that the German artist's work mobilizes the grotesque not merely as a formal excess, but as a heterological operation that stages the collapse of form and reason, transforming the dreamlike fantasy associated with the grotesque into a nightmarish vertigo, where the only constant is the irresolvable tension between opposing forces.||Este artículo investiga la obra de la artista alemana Sibylle Ruppert, destacándola como una manifestación de lo grotesco que desafía y supera las clasificaciones artísticas tradicionales a través de lo obsceno, la violencia y el absurdo. A partir de una distinción con la biomecánica de H. R. Giger, el estudio propone que lo grotesco en Sibylle Ruppert no se limita a la fusión entre lo orgánico y la máquina, sino que opera como un proceso de desestabilización alineado con la heterología de Georges Bataille. El análisis articula lo grotesco con los conceptos de informe y heterología, con el propósito de demostrar cómo la artista disuelve las fronteras corporales para exponer una materialidad obscena e irreductible, abordada como “carne-en-exceso”. Mediante el análisis de sus dibujos, especialmente las series para el Marqués de Sade y Lautréamont, y la comparación con la lógica del “cuerpo anagramático” de Hans Bellmer, el artículo investiga cómo Sibylle Ruppert utiliza la fragmentación, el montaje y la metamorfosis para crear un universo donde no hay síntesis posible. Se concluye que la obra de la artista alemana moviliza lo grotesco no solo como exceso formal, sino como una operación heterológica que escenifica el colapso de la forma y la razón, transformando la fantasía onírica asociada a lo grotesco en un vértigo de pesadilla, donde la única constante es la tensión irresoluble entre fuerzas opuestas.||Este artigo investiga a obra da artista alemã Sibylle Ruppert, destacando-a como uma manifestação do grotesco que desafia e ultrapassa as classificações artísticas tradicionais por meio do obsceno, da violência e do absurdo. A partir de uma distinção com a biomecânica de H. R. Giger, o estudo propõe que o grotesco em Sibylle Ruppert não se limita à fusão entre orgânico e máquina, mas opera como um processo de desestabilização alinhado à heterologia de Georges Bataille. A análise articula o grotesco com os conceitos de informe e heterologia, com o propósito de demonstrar como a artista dissolve as fronteiras corporais para expor uma materialidade obscena e irredutível, abordada como “carne-em-excesso”. Por meio da análise de seus desenhos, especialmente as séries para o Marquês de Sade e Lautréamont, e da comparação com a lógica do “corpo anagramático” de Hans Bellmer, o artigo investiga como Sibylle Ruppert utiliza a fragmentação, a montagem e a metamorfose para criar um universo onde não há síntese possível. Conclui-se que a obra da artista alemã mobiliza o grotesco não apenas como excesso formal, mas como uma operação heterológica que encena o colapso da forma e da razão, transformando a fantasia onírica associada ao grotesco em uma vertigem de pesadelo, onde a única constante é a tensão irresolvível entre forças opostas.
Periódico
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
da Costa, Alexandre Rodrigues
Data
4 de outubro de 2025
Formato
Identificador
https://periodicos.unespar.edu.br/sensorium/article/view/11118 | 10.33871/sensorium.2025.12.11118
Idioma
Direitos autorais
Copyright (c) 2025 Art&Sensorium | http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/
Fonte
International Interdisciplinary Journal of Visual Arts - Art&Sensorium; Vol. 12 No. 01 (2025): Art&Sensorium ; 1-22 | Art&Sensorium; v. 12 n. 01 (2025): Art&Sensorium ; 1-22 | Revista Internacional Interdisciplinaria de Artes Visuales - Art&Sensorium; Vol. 12 Núm. 01 (2025): Art&Sensorium ; 1-22 | 2358-0437
Assuntos
Grotesco | Heterologia | Informe | Excesso | Transgressão
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion