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The layers of the city in tactile photographs: digging up memories in an exhibition experience||Las capas de la ciudad en fotografías táctiles: excavando memorias en una experiencia expositiva||As camadas da cidade em fotografias táteis: escavando memórias em uma experiência expositiva
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Metadados
Descrição
This work is about the process of accessibility of photographs in an exhibition about the life and memory of women in the city. In this proposal, we discuss how we can not only rethink the city through personal photographic collections, but also reflect on how the narratives of visually impaired people constitute a possible inclusion tool within memory devices. We believe to become a city more social inclusive also means democratizing the meanings of cultural memory in western civilization Assmann (2011). In each city has several storytellers, knowledges and symptoms (Didi-Huberman, 2012). Even walking through the city is a visible experience of enunciation on Ingold (2015), Certeau´s (2019) theoretical reflections. The extension work was created for three filds of expertise: in the Social Sciences, Architecture and Applied Linguistics. It included meetings to read the tactile pieces with a visually impaired person as a consultant, a Museum employee and an interview with a visually impaired person who visited the exhibition. For each layer touched, a new city appears and all ability to imagine the universe of narratives.
Keywords: Accessibility. Urban Problems. Personal Narratives. Photography.||Este trabajo presenta reflexiones sobre el proceso de accesibilidad de cuatro imágenes (tres fotografias y una pintura) para una exposición sobre las mujeres como guardianas de las memorias en la ciudad. En esa propuesta, discutimos sobre cómo podemos no sólo repensar la ciudad a través de acervos fotográficos comunes, así como reflexionar sobre cómo las narrativas de personas con discapacidad visual (PCDV), durante la lectura de imágenes accesibles, constituyen una herramienta de inclusión posible dentro de los dispositivos de memoria. Consideramos que tornar una ciudad más inclusiva también presupone democratizar esos “espacios de recordación”, conforme el sentido de Assmann (2016) y observar a los muchos narradores, conocimientos y síntomas (Didi-Huberman, 2012). Las caminhadas por la ciudad son experiencias visibles de enunciación, según Ingold (2015) y Certeau (2019). El trabajo de extensión fue realizado en asociación con tres proyectos: en las Ciencias Sociales, Arquitectura y Lingüística Aplicada. Tuvimos reuniones para la lectura de las piezas táctiles con una persona con discapacidad visual como consultora, una colaboradora del Museo; se realizó una entrevista con una persona con discapacidad visual que visitó la exposición. Para cada capa palpada, una nueva ciudad emerge trayendo toda la capacidad de imaginación en el universo de las narrativas.
Palabras clave: Accesibilidad. Ciudad. Narrativas. Fotografía.||Este trabalho apresenta reflexões sobre o processo de acessibilização de quatro imagens (três fotografias e uma pintura) para uma exposição sobre as mulheres como guardiãs das memórias na cidade. Nessa proposta, discutimos sobre como podemos não só repensar a cidade através de acervos fotográficos comuns, bem como refletir sobre como as narrativas de pessoas com deficiência visual (PcDv), durante a leitura de imagens acessibilizadas, constituem uma ferramenta de inclusão possível dentro dos dispositivos de memória. Consideramos que tornar uma cidade mais socialmente inclusiva também pressupõe democratizar esses “espaços da recordação” no sentido de Assmann (2011) e observar os seus muitos narradores, conhecimentos e sintomas (Didi-Huberman, 2012). Mesmo as caminhadas por ela são experiências visíveis de enunciação, segundo Ingold (2015) e Certeau (2019). O trabalho de extensão foi realizado em parceria entre três projetos: nas Ciências Sociais, Arquitetura e Linguística Aplicada. Contou com reuniões para a leitura das peças táteis com uma pessoa com deficiência visual como consultora, uma colaboradora do Museu e foi realizada uma entrevista com uma pessoa com deficiência visual que visitou a exposição. Para cada camada tateada uma nova cidade emerge, trazendo com ela toda a capacidade de imaginação no universo das narrativas.
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
Silva, Cristina Maria da | Tenório Farias, Lucas Pinheiro | Nascimento, Pamela Pereira do | Lima Vieira, Ana Carla Guimarães
Data
30 de novembro de 2024
Formato
Identificador
https://www.revistas.uneb.br/index.php/rbpab/article/view/19058 | 10.31892/rbpab2525-426X.2024.v9.n24.e1175
Idioma
Direitos autorais
Copyright (c) 2024 Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica
Fonte
Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica; Vol. 9 Núm. 24 (2024): Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica; e1175 | REVUE BRÉSILIENNE DE RECHERCHE (AUTO)BIOGRAPHIQUE; Vol. 9 No. 24 (2024): Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica; e1175 | Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica; v. 9 n. 24 (2024): Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica; e1175 | 2525-426X | 10.31892/rbpab2525-426X.v9.n24
Assuntos
Acessibility | Urban Problems | Personal Narratives | Photography | (auto)biographical narratives | Acessibilidade | Cidade | Narrativas | Fotografia
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion