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Threads and webs of everyday life in the labyrinth of urban experience||Hilos y redes de la vida cotidiana en el laberinto de la experiencia urbana||Fios e teias do cotidiano no labirinto da experiência urbana
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Metadados
Descrição
Based on a research carried out in Aracaju, this text focuses on the relations between urban experience and the constitution of subjectivation modes in the present, especially at the Old Bus Station in the city centre. The article reflects on city small talks as an insistent everyday practice that intertwines the urban experience. Inspired by Walter Benjamin's conceptions, the research proposed "wanderings" through the city – as a production of rhythmic differences in relation to the utilitarian acceleration imposed by contemporary capitalism – to accompany the weaving of everyday practices. Some images of the city are presented to show the small talk production, articulated to everyday life concept, addressing the dimension of the labyrinth as a constitutive feature of urban experience. The article proposes similarities between the small talk labyrinth in the city and Arthur Bispo do Rosário works, who invented labyrinths intersecting disused objects, words, affections and fragments of life that were displaced and reassembled amid the asylum torture. Both in the labyrinth of urban experience engendered by small talk and in the work-labyrinth of the manicomialised black artist, times and spaces are woven, altered and bifurcated in gestures that, in disparate ways, refuse the confinement of the present.||Este texto proviene de uma investigación realizada en Aracaju, sobre los vínculos entre la experiencia urbana y la constitución de modos de subjetivación en el presente, especialmente en la Antigua Estación de Autobuses, en el centro de la ciudad. Se pretende pensar la pequeña charla en la ciudad, como prácticas cotidianas que entretejen la experiencia urbana. Inspirada en las concepciones de Benjamin, se propone "paseos" por la ciudad – como producción de diferencias rítmicas de la aceleración utilitaria imperativa en el capitalismo contemporâneo – para acompañar el tejido de prácticas cotidianas. Algunas imágenes de la ciudad son presentadas visibilizando la producción de pequeñas charlas, articuladas al concepto de cotidianidad, y abordando la dimensión del laberinto como rasgo constitutivo de esa experiencia urbana. También propone similitudes entre el laberinto de la pequeña charla y la obra de Arthur Bispo do Rosário, que inventó laberintos dónde se entrecruzan objetos en desuso, palabras, afectos y fragmentos de vida desplazados y reensamblados en la tortura del asilo. Tanto en el laberinto de la experiencia urbana de la conversación trivial como en el laberinto laboral del artista negro manicomializado, los tiempos y espacios se entretejen, alteran y bifurcan en gestos que, diferentemente, rechazan el confinamiento del presente.||Esse texto foi elaborado a partir de uma pesquisa realizada em Aracaju, voltada às articulações entre experiência urbana e constituição de modos de subjetivação no presente, sobretudo, na Rodoviária Velha, no centro da cidade. O artigo visa pensar as conversas fiadas na cidade, como insistentes práticas cotidianas que entrelaçam a própria experiência urbana. Inspirada em concepções de Walter Benjamin, a pesquisa propôs “errâncias” pela cidade – como produção de diferenças rítmicas em relação à aceleração utilitarista imperativa no capitalismo contemporâneo – para acompanhar a tessitura de práticas cotidianas. O texto apresenta algumas imagens urbanas para tornar visível a produção de conversas fiadas, articuladas ao conceito de cotidiano, e também aborda a dimensão do labirinto como traço constitutivo da cidade. O artigo também propõe aproximações entre o labirinto de conversas fiadas na cidade e algumas obras de Arthur Bispo do Rosário, que inventou labirintos que cruzam objetos desusados, palavras, afetos e fragmentos de vida deslocados e remontados, em meio à tortura da clausura manicomial. Tanto no labirinto da experiência urbana engendrado pelas conversas fiadas, quanto na obra-labirinto do artista negro manicomializado, tempos e espaços são tecidos, alterados e bifurcados, em gestos que, de maneiras díspares, recusam o confinamento do presente.
Colaboradores
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Abrangência
DADO AUSENTE NO PROVEDOR
Autor
Barbosa, Maicon
Data
1 de dezembro de 2024
Formato
Identificador
https://www.revistas.uneb.br/index.php/rbpab/article/view/19087 | 10.31892/rbpab2525-426X.2024.v9.n24.e1178
Idioma
Direitos autorais
Copyright (c) 2024 Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica
Fonte
Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica; Vol. 9 Núm. 24 (2024): Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica; e1178 | REVUE BRÉSILIENNE DE RECHERCHE (AUTO)BIOGRAPHIQUE; Vol. 9 No. 24 (2024): Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica; e1178 | Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica; v. 9 n. 24 (2024): Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica; e1178 | 2525-426X | 10.31892/rbpab2525-426X.v9.n24
Assuntos
City | Subjectivity | Arthur Bispo do Rosário | Urban experience | Ciudad | Subjetividad | Arthur Bispo do Rosário | Experiencia urbana | Cidade | Subjetividade | Arthur Bispo do Rosário | Experiência urbana
Tipo
info:eu-repo/semantics/article | info:eu-repo/semantics/publishedVersion