Descrição
This article discusses some contributions of Virtual Reality (VR) and Augmented Reality (AR) in scenic-visual creation in the field of art and education, with an emphasis on the sociocultural relationships established between live artistic and pedagogical production and technological mediations, considering the difficulties and challenges of these interactions in the school environment. It is based on a bibliographical review with discursive and performative analysis, proposing an educational and cultural approach centered on hacking the power devices inherent to technologies. There is a need for cultural mediation that considers the political-existential effects that technologies operate on subjectivities and bodies, becoming a critical and creative process of reprogramming life.||Este artículo analiza algunos aportes de la Realidad Virtual (VR) y la Realidad Aumentada (RA) en la creación escénica-visual en el campo del arte y la educación, con énfasis en las relaciones socioculturales que se establecen entre la producción artística y pedagógica viva y las mediaciones tecnológicas, considerando la Dificultades y desafíos de estas interacciones en el ambiente escolar. Se basa en una revisión bibliográfica con análisis discursivo y performativo, proponiendo un enfoque educativo y cultural centrado en hackear los dispositivos de poder inherentes a las tecnologías. Existe la necesidad de una mediación cultural que considere los efectos político-existenciales que las tecnologías operan sobre las subjetividades y los cuerpos, convirtiéndose en un proceso crítico y creativo de reprogramación de la vida.||Este artigo discorre sobre algumas contribuições da Realidade Virtual (RV) e da Realidade Aumentada (RA) na criação cênico-visual no campo da arte e educação, com ênfase nas relações socioculturais estabelecidas entre a produção artística e pedagógica ao vivo e as mediações tecnológicas, considerando as dificuldades e desafios dessas interações no ambiente escolar. Baseia-se em uma revisão bibliográfica com análise discursiva e performativa, ao propor uma abordagem educacional e cultural centrada no hackeamento dos dispositivos de poder inerentes às tecnologias. Nota-se a necessidade de uma mediação cultural que considere os efeitos político-existenciais que as tecnologias operam nas subjetividades e nos corpos, tornando-se um processo crítico e criativo de reprogramação da vida.